Neste Domingo(29/06), encerrou o 10º Arrastapé Carnaúba, o tradicinal evento trouxe uma grande multidão de pessoas para o centro de Reriutaba, após a disputa das quadrilhas do município, houve festa dançante com as bandas Forró do Bom, Pé de Ouro e Taty Girl
A Quadrilha Estrela do Sertão, da Escola Marcelo da Cunha Araújo de Oitizeiro, foi a grande Campeã do Arrastapé Carnaúba 2014, ficando em 1° lugar. O 2° lugar foi para o Arrastapé de Oiticica dos Agapitos, 3º Lugar Flor do Sertão de Mufumbal e 4° Lugar Arraiá Espalhando Brasa de Cabaceira.
Lembando que O 1º lugar ganhou uma premiação de dois mil reais(R$2,000,00), 2° lugar um mil e quinhentos(R$1,500,00), 3º lugar um mil reais(R$1,000,00), 4° lugar quinhentos reais(R$500,00).
Estrela do Sertão da Escola Marcelo da Cunha de Oitizeiro. teve como destaqque ,o melhor Casamento , o melhor casal de noivos, o melhor marcador e a melhor rainha.
Parabéns ao Prefeito Dr. Galeno Taumaturgo, Secretário de Cultura, Alderico Neto e organizadores que resgataram nossa cultura local, e assim valorizando nossa terra e nossa gente mostrando que temos capacidade e competência para fazer um grande festival e agradar o público que veio prestigiar e torcer pelas quadrilhas.
Entre tanto devemos reconhecer que cada quadrilha que participou da disputa, fez uma grande apresentação, estão todas de parabéns, vale destacar que a Quadrilha Estrela do Sertão em sua apresetação levantou o público e merecidamente foi a grande Campeã em uma noite inesquecível.
A Argélia tentou – teve ótimas chances, abusou dos contra-ataques, viu o goleiro M'Bolhi conseguir impressionantes defesas. Mas a Alemanha parece gostar de clichês. Foi metódica. Mostrou que a camisa pesa. Não tomou, fez – e só na prorrogação. E assim está nas quartas de final da Copa do Mundo, entre as oito melhores seleções: como faz desde 1954. No Beira-Rio, em Porto Alegre, vitória sobre os africanos por 2 a 1, gol de letra de Schürrle no primeiro minuto do tempo extra, e de Özil no último, e clássico contra a França por vir.
Não houve o fim da maldição nem a vingança argelina por 1982, quando os africanos venceram os alemães, mas foram eliminados após os europeus realizarem "jogo de compadres" com a Áustria. Houve a continuidade de uma tradição. Quem prefere ver as seleções grandes indo longe em Copas está feliz. Quem prefere as "zebras" ficou no quase neste confronto. O Maracanã, na próxima sexta-feira, verá um duelo europeu.
Fases do jogo: O primeiro tempo foi de sufoco. Não, não para os argelinos, como muitos previam. Para os alemães. A Argélia encontrou um jeito de neutralizar o toque de bola em velocidade da Alemanha, tão característicos e que encontrou os torcedores durante a primeira fase, e apostou nos contra-ataques. Que só não deram certo por dois motivos: o erro no último toque, fosse o passe, fosse a finalização, e porque Slimani, o matador argelino, estava centímetros impedido quando conseguiu colocar a bola na rede de cabeça.
A segunda etapa continuou a ver a mesma tática argelina dando certo, mas com o crescimento alemão. M'Bolhi, o goleiro da Argélia, cresceu no jogo - e na frente de Müller, Lahm e cia., que pararam nas mãos do arqueiro em defesas espetaculares. Por isso, o 0 a 0 prosseguiu, e a prorrogação foi o destino. Em um minuto, o drama argelino: Schürrle completou cruzamento rasteiro de letra, na única bola que M'Bolhi não pôde alcançar. Não adiantou a pressão argelina nos outros 29 minutos. A Alemanha avançou, com gol de Özil no finalzinho para garantir. Djabou conseguiu diminuir nos acréscimos, mas não deu.
O melhor: M'Bolhi - O goleiro argelino teve atuação grandiosa, com defesas espetaculares: em destaque, uma cara a cara com Müller, uma em chute de longe de Lahm e outra em cabeçada de Müller na pequena área.Se não fosse ele, apesar do ótimo jogo da Argélia, a Alemanha provavelmente teria se classificado já no tempo normal. Destaque também para Slimani, o centroavante, que foi quem fez a Argélia sufocar a Alemanha com seus contra-ataques. Ele jogou isolado, mas de forma muito inteligente. Tanto que Neuer, o goleiro alemão, atuou diversas vezes de líbero, para salvar que Slimani escapasse sozinho nas costas de Mertesacker e Boateng.
O pior: Götze - O meia alemão ficou no banco contra os EUA, recuperou a vaga para as oitavas de final e acabou substituído no intervalo. Não ajudou Müller, o atacante isolado da Alemanha, e não colaborou na criação de jogadas com Özil e Kroos, que ficaram sobrecarregados enquanto Götze ficou em campo. Schürrle, seu substituto, fez o gol salvador.
Chave do jogo: A paciência alemã foi a vencedora sobre os contra-ataques argelinos. Se os principais lances de susto da partida foram da Argélia, sempre na velocidade e nos lançamentos inteligentes em profundidade, restou a Alemanha tocar a bola quando a possuía e esperar o momento certo. Ele veio, na prorrogação, e com ele a vaga.
Toque dos técnicos: Pelo lado alemão, Joachim Löw mudou novamente o time, apostando na manutenção da titularidade de Schweinsteiger, para melhorar o controle de bola no meio, já que Khedira teve fracas atuações, e na volta de Götze - que deu errado, logo trocado por Schürrle. E foi Schürrle que, logo no primeiro minuto da prorrogação, fez, de letra, meio sem querer, o 1° gol do triunfo.
Já na Argélia, Vahid Halilhodzic mudou o time que deu certo contra Rússia e Coreia do Sul e tirou Djabou e Brahimi, donos de ótimas atuações na fase de grupos, para armar sua equipe no 5-4-1, com Slimani isolado e três zagueiros. Para quem pensava que isso significaria apenas retranca, não foi assim: a Argélia abusou dos contra-ataques em velocidade, com ótimas trocas de passe. A eliminação veio, mas por pouco, muito pouco.
Para lembrar:
Hummels, zagueiro titular da Alemanha, ficou fora do duelo pelas oitavas por teramanhecido nesta segunda-feira com febre. Ele foi substituído por Mustafi, que chegou a ser cortado da delegação antes da Copa por treinar abaixo do nível de seus companheiros, segundo Joachim Löw.
O meia argelino Feghouli jogou com curativo na cabeça. Na partida contra a Coreia do Sul, ele sangrou bastante após choque e não conseguiu se recuperar plenamente até o jogo das oitavas.
Até aqui, a Argélia tinha 100% em jogos contra a Alemanha: 2 a 0 em amistoso em 1964 e 2 a 1 na Copa do Mundo de 1982.
Thomas Müller protagonizou um dos lances mais engraçados da Copa. Em jogada ensaiada no finalzinho da segunda etapa, ele tropeçou e caiu, atrasando todo o plano alemão. A cobrança, é claro, acabou prejudicada e passou longe de dar certo.
A África segue com um limite em Copas: Camarões, em 1990, Senegal, em 2002, e Gana, em 2010, são as únicas seleções do continente a chegar às quartas de final. Nenhuma avançou para as semis.
ALEMANHA 2 X 1 ARGÉLIA
Data: 30 de junho de 2014 Horário: 17h00 (de Brasília) Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) Árbitro: Sandro Meira Ricci (BRA) Assistentes: Emerson de Carvalho (BRA) e Marcelo Van Gasse (BRA) Cartões amarelos: Halliche, aos 41 min. do 2°t (ALG); Lahm, aos 2 min. do 2°t da prorrogação (ALE) Gols: Schürrle, a 1 min. do 1° t da prorrogação, Özil, aos 14 min. do 2°t da prorrogação (ALE); Djabou, aos 16 min. do 2°t da prorrogação (ALG)
ALEMANHA: Neuer; Höwedes, Boateng, Mertesacker e Mustafi (Khedira, aos 24 min. do 2°t); Lahm, Schweinsteiger (Kramer, aos 4 min. do 2°t da pror), Kroos, Götze (Schürrle, no intervalo) e Özil; Müller Técnico: Joachim Löw
ARGÉLIA: M'Bolhi; Mandi, Mostefa, Halliche (Bouguerra, aos 6 min. do 1° t da pror.), Belkalem e Ghoulam. Lacen, Feghouli, Taider (Brahimi, aos 32 min. do 2°t) e Soudani (Djabou, aos 9 min. do 1°t da pror.); Slimani Técnico: Vahid Halilhodzic
Morreu, na madrugada de sábado (28), o presidente da Biblioteca Circulante, Raimundo Luiz Cruz, de 76 anos, ou simplesmente Luiz Cruz, como ficou conhecido pelas participações em programas de TV locais.
Luiz estava internado no Hospital Geral César Calsem decorrência de uma hérnia inguinal. Segundo a assessoria de comunicação do hospital, ele fez uma operação ainda em novembro de 2013, e, nos minutos finais do procedimento cirúrgico, teve um ataque cardíaco. Desde então, Luiz Cruz estava desacordado.
Segundo familiares, o aposentado da Universidade Federal do Ceará (UFC) esteve durante os últimos 7 meses sem ter sequer uma reação. Em fevereiro, Luiz foi transferido para casa, após apontar leve melhora. "Desde que ele fez a operação, ele nunca acordou. Os médicos mandaram ele para casa, mas já tinham avisado que não tinha mais jeito", disse a irmã Francisca Cruz.
Há cerca de um mês, porém, ele piorou e retornou ao César Cals. "Ele estava muito inchado, cheio de aparelhos...", ressaltou a irmã.
Diário do Nordeste
Luiz Cruz visitou Reriutaba por muitas vezes, onde fez vários amigos. Sempre quando era época de festa junina,carnaval ou outras festas públicas no município, ele marcava presença,chegando a ser jurado em alguns festivais de quadrilhas.