quarta-feira, 4 de março de 2015

Estudo analisa tamanho normal do pênis


  • © Fornecido por AFP
  •  Um novo estudo científico apresenta conclusões sobre o tamanho considerado normal para o comprimento e a circunferência do pênis

Um novo estudo científico apresenta conclusões nesta terça-feira sobre o tamanho considerado normal para o comprimento e a circunferência do pênis.
Publicado na revista especializada em urologia BJU International, o estudo pode ser útil para aconselhar as pessoas preocupadas com o tamanho de seu pênis, às vezes a ponto de sofrer dismorfofobia (temor desproporcional de ter um defeito corporal) ou perguntas sobre o uso do preservativo e as dimensões do pênis.
Com esse objetivo, o doutor David Veale (King's College London, Londres) e seus colegas se basearam em uma série de estudos para estabelecer um esquema gráfico ou "nomograma" que representa a distribuição do tamanho do pênis em repouso ou em ereção e suas variações normais.
Trata-se de um diagrama similar ao utilizado para avaliar as curvas de crescimento (peso e tamanho) das crianças e as variações consideradas normais.
Para realizar esta obra considerada de utilidade pública, os médicos britânicos utilizaram 17 estudos realizados em 15.500 homens, cujo pênis foi medido segundo o procedimento padrão.
Segundo os gráficos, o comprimento de um pênis flácido é de 9,16 centímetros, e o de um pênis esticado é de 13,24 cms. O comprimento médio de um pênis ereto é de 13,12 cms.
A circunferência do pênis, sempre em valores médios, passa de 9,31 cms a 11,66 cms do repouso à ereção.
Por sua vez, existe uma correlação fraca entre o comprimento em ereção e a altura da pessoa, segundo os autores.
Segundo o doutor Veale, "estes gráficos ajudarão os médicos a tranquilizar a grande maioria dos homens sobre o tamanho de seu pênis" dentro dos parâmetros normais.
Por definição, nos gráficos a metade dos homens se situa abaixo do valor médio e a outra metade acima.
A maioria dos homens observados no estudo são caucasianos ou do Oriente Médio, advertem os autores da pesquisa.
Fonte http://www.msn.com/pt-br

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